A Ti eu havia clamado e pedido, implorado pelo triste destino que me incomodava, mais ainda não havia respostas.
Mostrava-me a Vossa face, sem beleza exterior, não eras um modelo, nem desfilavas, mais ainda era para nós a maior e soberana referência.
Como um servo abaixei a face, eu não estava a altura de um rei, sem coroa, mais com chagas pela dor suportada, ao contrário de mim que nunca sofri o que sofrestes. Levantaste a minha face e olhaste em meus olhos, e de Ti me lembrarei, de Vossos olhos lembrarei e de Teu amor serei um seguidor.
Dissestes para mim, vosso servo tão pequeno, “Filho não vos abandonei, sabes bem no fundo que estou contigo...”
E em meras palavras ousei responder, “Pai sei que estás sempre comigo, e em Vossas palavras acredito”. Ainda ousei dizer a meu Mestre, “Em nome do Pai seja feita a Tua vontade, e em Ti irei de permanecer”...
15/09/2011
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