segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Olhando pra gente... [texto dedicado a Leidjane Lima]

Sento e vejo um céu estrelado, bonito, negro, com estrelas estampadas ou pregadas como se dissessem que estamos aqui a vos iluminar, conversem, se entendam.
Olhamos eu a você e você a mim, estamos aqui sob holofotes estrelares sem ter o que dizer ao outro ou somente rir, admirar as curvas do seu rosto iluminado, parece que o universo nos assiste, nos filma, sim, parecemos grandes astros do cinema, mudo por sinal, em preto e branco como sempre gostei de ver as coisas, entre nós não é necessário cor, só luz, brilho, tons de preto ou cinza como um desenho à lápis sobre papel branco. Nos deitamos e passamos a olhar as estrelas, tornamos expectadores de nossa própria novela e deixamos o céu como o ator principal de nossa história, céu tão negro e bonito que se mostra nu diante de nós, parece que somos embalados por um novo mundo. Bem, creio que seja verdade, o céu é um novo mundo e quando olhamos acima de nós temos cada vez mais certeza que ele nos filma e  é quem narra tudo o que fazemos debaixo dele, assim mesmo, como servos.
Então chega o momento que nos beijamos e se parece verdade ou mentira é como se o céu nos raptasse, e levasse pra perto dele nós dois, como dois pássaros levantando seu voo sem quaisquer motivos ou razões além do mais natural e belo instinto natural, ser feliz é voar...

Kelvin Oliveira
05/09/2013

Gritos de vitória...

Há uma vida para se viver, um amor para compartilhar, um grito de felicidade para soltar pela garganta a fora. Esse é o momento mais intrigante da vida, o momento da vitória, aquela que deve ser comemorada em vários tons, em vários modos, de diversas maneiras, num grito, numa música boa, num poema reflexivo. Já parei pra pensar, e aprendemos a comemorar no primeiro momento de vida, sabemos esperar nove meses para nascer, outros menos, e mostramos a paciência que a vida nos ensina, e de repente, numa forma espetacular, num momento quase que mágico nascemos, nascemos berrando, num grito de alívio, num sopro instantâneo da vitória conquistada, assim entramos na vida dispostos a vencer de todas as formas. A maior doença do ser humano é desistir, não existe força capaz de deter aquele que não desiste, e assim se faz os meus textos, não desisto de escrevê-los, nem deixarei, eles são como um grito de um recém nascido, um símbolo de vitória, e agora tudo recomeça...

Kelvin Oliveira
28/03/2013

sábado, 14 de setembro de 2013

A música...

Ouço em bom tom, tão formidável que me invade, da forma que enche meus ouvidos e me traz a felicidade, tão simples, singelo som, que me eleva a sensação rara, tantas vezes rara de me sentir alegre e surtar, dos meus ouvidos de vez para a imaginação, fazendo deste momento um momento único, talvez formidável e incrível, me faça ficar feliz ó Deusa da música que faz os bêbados acreditarem que embriagados estão felizes, sim, felizes...

28/02/2013
Kelvin Oliveira