21/06/1012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Reciclar (Dedicado a Leidjane Lima)
Na madrugada,
eu paro pra pensar, vivo em busca da felicidade, em busca de um sentido que me
faça não jogar fora a vida que Deus me deu. À medida que paro pra pensar me
lembro de momentos especiais, em que levantei minhas mãos para o céu e agradeci
a Deus por ter me dado aquela felicidade. Foram os momentos mais simples que,
de fato, vivi. Momentos como andar com ela na rua, sentarmos num banco da praça
para namorar e conversar, um belo dia. Às vezes vejo a monotonia dos meus dias,
e paro pra pensar, a minha felicidade é estar ao lado desta mulher, Leid, dar
valor a nossa semelhança, e sentir que o que há em nós não é humano, e em vez
de sentir saudade desses momentos, deveria “reciclar” o que vivemos, porque
reviver a felicidade é ser feliz.
sábado, 11 de agosto de 2012
Imortal
Às vezes tenho medo, um medo de já não aqui estar, um medo
de ser esquecido, esquecido de uma forma que as pessoas não saibam ou talvez não
reconheçam o que fiz, medo de não saberem o que minha alma diz, o que o mundo
pode perder com a minha presença de criatividade e sentimento. A medida com que
escrevo meus textos e crio minhas obras tenho a finalidade de vencer a morte, a
verdadeira morte, e ser imortal, a imortalidade de mesmo estando morto ser
lembrado por algo que eu somente sei fazer, ou que faça de melhor.
Quero ser um ser humano, de alma imortal, reconhecido pelo
talento, e pela arte, o fato de escrever e deixar por aqui minhas idéias. No
papel estão meus pensamentos e idéias, e sei que a qualquer momento posso já não
estar aqui, mas há registros que farão de mim um imortal, a minha forma de ver,
e pensar, de ser, de viver.
Posso até não ser um escritor, nem estar um dia no auge, nem
ser famoso, quero somente manter aqui o meu espírito, e minhas palavras.
18/06/2012
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