Desculpe-me, mas já não posso deixar de escrever, porque
este papel tornou-se parte da minha intimidade, ele me olha o tempo todo, é
como se fossemos parte um do outro, parentes ou cônjuges que se unem através de
palavras dispersas sem fim por um sentimento de expulsão, que vem de dentro da
alma, palavras sofredoras, tristonhas, felizes, alegres, tantas sem fim ou
objetivo.
Já posso ver o despertar das palavras que foram arremessadas
de dentro do meu peito como se a cada batida uma palavra fosse posta para fora.
Sinto-me inquieto, e é um momento que preciso descrever com clareza o que
sinto, uma preocupação, uma aflição, de ser o que ainda nem mesmo eu descobri,
mas que ainda aqui dentro de mim repulsa.
Kelvin Oliveira
14/09/2012
Legal Antônio, vi somente agora seu comentário, porque entro poucas vezes no meu blog, agora estou voltando a ativa, escrevendo novamente... Irei seguir seu blog sim, e obrigado, bom que tenha gostado... Abraço!
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